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terça-feira, 1 de março de 2011

A pausa

Bom, o blog tem estado em pausa. Não é novidade. Mas muitas outras coisas tem estado em pausa por causa da vida universitária que consome meus dias - e minhas noites!!
Estou nas nuvens, mas não quer dizer que não esteja cansada ou que eu possa arrumar qualquer horário pra dar uma espiadinha nos meus sites e blogs favoritos nem sequer fazer pesquisa pra postar coisas demais.

O fato é: este blog vai ficar assim mesmo. À espera de mim. A procura de mim (de fato, nome do livro da minha querida amiga Vera Pinheiro) está acontecendo agora no campus; não mais na internet ou nas ruas ao redor de casa. A verdade é que tenho muito mais interação com o mundo e eu estou gostando disso.

Quer dizer que eu não vou mais escrever aqui? Não. Quer dizer que eu só vou escrever aqui quando eu tiver tempo e pra postar.

Tem outro blog? Tem. Estou trabalhando em um blog que faz parte da minha vida acadêmica. É uma espécie de diário. Lá eu postarei inspirações e trabalhos meus.

Ué! Qual a diferença?!?!? Será em inglês porque eu tenho que fazer algo pros meus professores verem. E nem todos eles lêem Português. Talvez Portunhol ou só Espanhol mesmo. Mas não Português.

Tá; chega de pergunta e deixa eu voltar lá pro blog que eu tenho que manter atualizado pra minha professora de análise de cor.

xoxo

ps.: aposto como o fato de ter tirado a pressão dos meus ombros de ter que escrever aqui eu estarei muito mais presente do que eu imagino ou espero. Tomara que sim! :)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A distância fala

Tenho estado tão longe do meu blog, do meu computador e de tantas outras coisas que eu me acostumei a fazer no meu dia-a-dia. 

Estou em falta com amigos, amigas, familiares, blogs e até mesmo meu lado da cama pela quantidade de tempo que passo fora de casa e longe de um computador.

O início da faculdade tem sido algo maravilhoso pra mim. Tenho aula quase todo dia e depois, vou pro trabalho. Tenho estado super cansada ao chegar em casa mas tiro uma soneca de 2 horinhas que salvam o resto da minha noite. Depois da minha power nap eu posso tomar banho, comer e fazer dever de casa. Meu marido nem vê mais o meu rosto porque eu passo por ele como um raio e roubo um beijo ou outro no meio do caminho. 

Fim de semana passado eu fui à Santa Monica pra tentar "trocar" algumas roupas numa loja que adquire suas peças e você tem 40% do preço que eles dão às roupas pra gastar na loja. Ou, você pode sair porta a fora com 30% do dinheiro na carteira. Infelizmente não consegui vender nada, mas consegui comprar duas calças e dois sapatos. Eu SEMPRE acho algo que posso comprar - e já estou pensando em me internar porque isto está virando uma doença! 

Este fim de semana eu não fui a lugar nenhum. Ficamos, a maior parte do tempo, em casa. Fizemos as compras da próxima semana e já estocamos nos almoços que levamos pro trabalho e faculdade. 

Hoje é feriado de Martin Luther King Jr. aqui no US e por isso eu não tive aula. Eu teria ido pro trabalho não fosse o chefe estar doente - e eu obviamente não quero pegar nada!! Então decidi que vou sair pra passear a pé pela vizinhança sem pressa e sem compromisso. Talvez tire algumas fotos. Já tenho muitas fotos que quero postar aqui pra vocês verem mas ainda não tive a chance de fazê-lo. Mais tarde, quem sabe? E vou com certeza visitar os meus pezinhos e entregar o presentinho de Natal dela que eu ainda não tive a oportunidade de fazer. 

xoxo

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Conseguindo o amor que se quer

- Você não me conhece mais. Me pedir pra me arrumar em 10 minutos é impossível pra mim e você sabe disso!
- Não acredito que você diria algo assim. Eu te amo! É claro que eu te conheço!
- Você sai se quiser. Eu vou ficar em casa e cuidar dos meus olhos que agora estão inchados por sua culpa.
- Eu não fiz nada! Você que é dramática.

E assim foi a noite do casal. Ela sempre pensando que sabe como fazer tudo certo. Ele sempre se escondendo das críticas ferrenhas da esposa. Os dois negam estar errados e nenhum dos dois aceita que um carinho, um abraço possam dar um fim à briga.

Eu pensava cá comigo sobre essa cena que vi outro dia e com todo o trabalho que tenho feito e os livros que tenho lido que esta conversa podia ter tido um final menos drástico. Não sei que fim levou o casal, mas espero que eles tenham se resolvido.

(Lá vou fazer o papel da mulher dele achando que eu tenho resposta pra tudo..)

- Amor, eu prefiro ter mais tempo pra me arrumar. Posso encontrar com vocês depois?
- Nós estávamos pensando em comer. Você acha que vai demorar muito? Talvez eu faça algo rapidinho só pra nós dois e podemos encontrá-los apenas para uns drinks.
- Ah... eu te amo!!!

Hum... Talvez ela realmente não quisesse ir e estava achando uma "desculpa" no fato de não ter tempo suficiente pra se vestir. Vamos ver...

- Eu estou me sentindo muito caseira hoje. Vou ficar em casa mesmo. Obrigada pelo convite. Diga a todos que eu mandei um abraço.
- Sem problemas. Quer que eu pegue algo pra você no caminho de volta?
- Hum... minha sobremesa preferida?

Ou, ainda... ela talvez tivesse outros planos pro casal?

- Querido, porque você não vem tomar um banho comigo e a gente relaxa na banheira. Eu adoraria uma massagem nos pés!
(homem pelado corre pro banheiro)


Qual a lição que você tira dessas minhas idéias???

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aquele inferno....

Aquele inferno que sempre me ronda na época antes do meu aniversário não está me dando sussego.

Sempre vem a ansiedade pra saber quem vai ligar, quem vai mandar um cartão, quem vai mandar um email que seja. E mais do que nunca, sempre há o desconforto de não saber se devo fazer planos ou me deixar ser surpreendida. Nunca fui muito boa em lidar com essa decisão: controlar ou não controlar??

Já tive minhas crises no fim de semana. Resolvi apelar e acendi uma vela pro anjo da guarda. Vai que o moço mexe uns pauzinhos, né? E não é que ele mexeu mesmo?!
Amanhã vou almoçar com o maridão e à noite vamos comer muito sushi depois fazer um brinde. Mas um brinde só porque eu tenho que trabalhar no dia seguinte!!! - ou melhor - temos todos que trabalhar no dia seguinte... Na crise, ninguém pode reclamar nem pedir dia de folga no aniversário. Eu quero é meu dinheiro!

Além do mais estou amando esse trabalho. É verdade que é um bico porque eu quero mesmo é costurar roupas e fazer sapatos e sei lá mais o que, mas estou aproveitando pra aprender coisas novas e, surpreendentemente, deliciosas. Quem diria que eu um dia diria que queijo Vegan é gostoso? Eu não! Mas é. É uma delícia. E confesso que sinto uma baita diferença comendo em casa e comendo no trabalho. Em casa, sempre tem alguma coisa cozida, churrascada... No trabalho, como diz o chefe, a comida está viva! E põe viva nisso! Tudo que eu ponho na água cresce, brota uma folha...

Vou postar algumas receitas aqui conforme eu for aprendendo mais. Prometo que tentarei postar fotos - mas nem sempre "o homi" permite!

Ok - hora de ir dormir que amanhã, além de ter muito o que celebrar, tenho muito o que picar!

xoxo

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O tempo

O tempo que se faz.

Outro dia estava eu aqui em casa, sem emprego, com as unhas por fazer, achando que o amanhã está fazendo a curva. Lembrando dos anos passados quando eu namorava, trabalhava e estudava e nunca tinha unhas por fazer.

Hoje em dia, a realidade é que eu só corto as cutículas porque eu passo o dia com a mão na água fazendo um tipo de comida que eu nunca imaginei fazer, nem muito menos comer e pior ainda; gostar. Estou preparando comida Vegan crua. Isso mesmo.

Outro dia fiz sopa de milho cru, fiz "burguer" de beterraba, cenoura e castanhas. Hoje fiz sopa de pimentão vermelho.
Provei do Sorbet de abacaxi com morango. Amei o biscoito de semente de linhaça com pimenta. Até fiz queijo de macadamia.
Tenho usado umas coisas muito loucas e estou amando!

Mais ainda, estou amando sair de casa, ter alguma coisa na minha cabeça pra amanhã, o desafio de fazer comida de alguns poucos itens que tenho na geladeira até poder ir ao mercado de novo.

E melhor de tudo... Depois de um tempo... Tem dinheiro no banco!

xoxo

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Eu quero...

... o ventilador, as penas, o espelho, a cadeira...



... a calça... (porque eu já tenho o suspensório...)



... meus cachos de volta....


... mas o mais importante...
quero manter esse sorriso na minha cara por um bom tempo!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Outro passo

Essa semana tem sido cheia de ansiedade, muita expectativa, algumas lágrimas felizes e algumas tristes, outras frustradas e tantas inesperadas.

É trabalho, é família, é morte, é descoberta, é lembrança, é memória ou a falta dela, alguns passos pra frente, alguns pra trás, outros maiores que as pernas, sem contar os tropeços... Descobertas e mudanças.

Coisas que fazem parte da vida. E a lição desta semana é ver o mundo agora. Minha vida agora. Porque ontem serve pra aprender e não repetir os erros. Amanhã? Não sei. E não cabe a mim.

Mas hoje, eu estou feliz. E é só isso que importa. Feliz por mim, comigo. Eu e eu mesma.


xoxo

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

The September Issue

Eu acabei de assistir o filme e fiquei ainda mais maravilhada e aterrorizada em estar a caminho de fazer parte de uma indústria que tem que satisfazer pra sobreviver.
Na vida pessoal tenho trabalhado meu comportamento e minhas diferenças com o mundo.
Ao decorrer do filme eu me identifiquei muito com Grace. Pelo que entendi, ela e Anna moraram juntas por 20 anos e ainda assim, depois de tanto tempo de convivência elas ainda tem seus desentendimentos. Mas o que me chamou atenção mesmo foi a forma de Grace de lidar com eles. E vejo que era muito parecida com ela até pouco tempo atrás.
Mas quando sua vida é seu trabalho e seu trabalho é sua vida é difícil não levar algumas coisas pro lado pessoal.

Com ainda muito o que aprender em moda e na vida, eu tento a cada dia prestar mais e mais atenção ao meu redor pra não perder os estímulos. E quero prestar atenção pra não deixar que eu reaja, mas responda a eles.

Como Anna fala no início do filme, tem algo na moda que deixa muita gente insegura e ela acredita que por isso é mais fácil fazer piada dos que trabalham com moda, admiram moda ou simplesmente tem algum interesse pela mesma. Mas eu descofio que isso aconteça em muitas outras áreas da nossa vida e com muitas outras pessoas do que apenas os inseguros sobre moda e estilo.
E um dos fatores que me salta aos olhos agora é a delimitação de um limite entre onde eu termino e o outro começa.

Como diz o título do blog: It's all about the chase...

sábado, 11 de setembro de 2010

Uma taça de vinho com Melissa e muitos pesadelos.

Melissa fez uma visita ontem. Conversamos muito sobre o que ela tem vivido de alguns tempos pra cá e o motivo de termos nos afastado um pouco.

Eu estava cá recedendo minha família. Ainda estou tentando fazer um album pra Dona Vó com os nomes dos lugares que visitamos e fotos.

Melissa estava lidando com uma coisa chamada CASA. Eu sei bem que isso toma muito tempo.

Nesse meio tempo, eu de cá tentava arrumar a minha de forma que a Mah e a Dona Vó tivessem uma cama pra dormir e um espaço pra pôr suas malas. Visitamos lugares que eu apreciei muito, fizemos umas compras que eu não apreciei tanto, fizemos um pic-nic num lugar lindo, celebramos aniversário em Las Vegas. Uma das coisas que eu tenho aprendido e tenho tentado - é mais fácil falar do que fazer, viu? - é impôr meus limites sobre mim mesma. Nessa história, eu me fiz ir à terapia porque era importante pra mim. Me fiz também expôr o desconforto de receber uma visita e não ser visitada. Com isso muita gente ficou emputecida e ignorou algumas boas maneiras. Mas ninguém disse que delinear limites me traria fãs. Estou de bem com isso.

A Melissa por outro lado, estava à beira de um ataque de nervos porque não conseguia entrar em acordo com os outros que moram com ela. Ela e marido mudaram-se recentemente pra um lugar aonde eles tem que dividir espaço e território. Não foi algo que ela gostou muito, mas devido a crise econômica do país, foi a forma que eles encontraram de ter um teto em um lugar com distância razoável aos devidos locais de trabalho. Afinal de contas, o que adianta pagar muito menos de aluguel numa casa e ter que pagar 3 vezes mais gasolina pra chegar ao escritório? Bom, no caso deles, não valia a pena. E Melissa descobriu que teria muito o que aprender no quesito lidar com pessoas. Ela não poderia mais sair do banho pelada e nem sequer usar o banheiro por horas pra fazer cabelo e maquiagem. Ela não poderia mais sair pra fazer compras e deixar a lavadora de roupa funcionando porque se alguma peça não deveria ir pra secadora, só ela saberia e se preocuparia em tomar o cuidado de tirá-la de lá. E essa lição custou-lhe dois pares de calças jeans.

Não posso dizer que aqui as coisas são perfeitas não. Se morar com os nossos pais e irmãos muitas vezes é um pé no saco, imagine morar com os pais e irmãos dos outros. Gente, no geral, é um pé no saco. E pior ainda se a gente não consegue se reservar a tomar conta da nossa própria vida. Por isso, eu vivo a minha, interajo com quem está disponível, tento manter o respeito pelo espaço alheio e ordernar os limiter no meu próprio espaço. E eu estou muito bem, obrigada.

E assim vai. A gente divide experiências, palpita de vez em quando, mas acima de tudo, mantemos o pé no chão e a cabeça aberta.

Pesadelos depois do pulo.

domingo, 29 de agosto de 2010

Blog do Domingo




Tradução: Eu não estou apaixonada pelo meu terapista mas eu imagino como deve ser o pinto dele.

Sabe que eu já pensei isso também?

Tradução: Às vezes eu deito acordado á noite e lembro cmo ela mexia a bunda pra frente e pra trás enquanto dormia... Isso ainda me faz sorrir.

Confesso que muitas vezes eu faço isso, mas eu nunca estive nessa cama aí não!
:P










Depois que a Mah e a Dona Vó foram embora eu tenho me ocupado com muita coisa. Ainda não chorei. Mas hoje quando eu acordei, quis ir lá na sala pular na minha mãe e assustar a Dona Vó.

Meu marido disse que ele fingiria sentir cócegas se eu quisesse fingir que elas ainda estavam aqui. Meu marido é O MÁXIMO!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Psicologista - pro corpo.

Gente, vou dizer... meu terapeuta não é muito bonito não mas ele tá em forma. E outro dia eu tava conversando com a minha mãe e ela comentou que a minha tia - irmã mais velha do meu pai - que já passou dos 50 (não vou dar muita informação porque não apropriado, né?) tava numa aula de spinning. Cá pra nós, ela é a mais velha de 3 e numa foto recente, os dois irmãos mais novos parecem uns 10 anos mais velhos que ela. Rapazes, que vergonha!

Bom, eu já sabia que a Dona Tia malha e tal. Inclusive ela vai pra academia que fica de frente pra casa dos meus pais. Também já sabia que a Dona Tia já passa dos 50. Mas eu não tinha plena consciência da exata idade dessa adolescente nem que ela ainda faz spinning. Afff. Tem que ter muita força de vontade mesmo. Com todo respeito, um dia eu apertei a bunda da tia e quase quebrei os dedos. Gente, se alguém apertar a minha bunda é capaz de quebrar a minha bacia e eu só tenho QUASE 30 anos de idade! Que vergonha!

E só pra adicionar mais um evento relacionado ao motivo pra este post, um amigo do marido resolveu comprar um desses DVDs de exercício em casa e eu posso dizer que depois de 1 mês e 2 semanas de malhação, ele está em forma pronto pra usar um fio-dental. NÃO! É ELE! Não ela.. Está pronto pra usar uma sunguinha... haha Sem Vergonha!!

ENTÃO... decidi que vou eu fazer aqui o meu journal sobre a minha batalha na arte de exercitar o corpo. Se eu não estivesse extremamente infeliz com o meu corpo eu até postaria as fotos do antes, durante e depois pra vocês verem, mas não vai rolar não.. Desculpa. O bom é que me viu há um ano atrás (e pros que me viram há menos tempo que isso - BEIJOS E MUITOS BEIJOS!) já sabe como é que tem umas gordurinhas aqui na Sra. Fragale. Quando eu tiver um corpão lindo e maravilhoso eu, talvez poste, fotos.

O motivo pelo qual eu decidi escrever sobre isso no blog não é da sua conta. Mas eu vou contar assim mesmo. Eu, felizmente, compreendo que, infelizmente, o meu comprometimento com outros é maior do que comigo mesma. No fim das contas, ter o que escrever no blog parece um motivo melhor pra eu cair da cama e suar horrores do que perder este peso que pesa a minha consciência. Mas como eu disse no início, isso não é muito da sua conta. Eu só escrevi porque o blog é meu e eu escrevo o que eu quiser. ;)

Então, assim que eu puder as minhas mãos no DVD - que deve estar aqui semana que vem - e comprar os itens que eu preciso, eu post alguma coisa.

xoxo

Blog do Domingo

Gente, como é que eu pude esquecer???

Não. Não esqueci não. Estava ocupada. Marido e eu tivemos que arregaçar as mangas e checar os freios do carro. Eles estavam fazendo um barulho HORRÍVEL. Pra nossa surpresa sorte trocamos as pastilhas de freio e fizemos revisão no carro logo antes da nossa "lua-de-mel de um ano". Porque surpresa sorte?

Bom, tenha paciência com a analfabeta porque eu vou falar de muitas "partes" e "coisas".

Tem uma "bombinha" que trás o fluido de freio do compartimento dele até o freio em si. Cada roda tem a sua. Pois essa bombinha quebrou e estava vazando fluido pelas pastilhas o que quer dizer que o freio daquela roda não estava funcionando. Claro né? É a mesma idéia de quando a gente quer tirar um anel muito apertado do dedo. Põe alguma coisa oleosa lá e o troço sai. (Tem vários exemplos, mas esse é o mais "light" que eu achei...) O que quer dizer que apenas um dos freios traseiros estava funcionando. O que quer dizer que ele simplesmente foi completamente consumido. Mas pelo menos ele segurou a onda que o outro não estava segurando. Isso levou um tempão pra fazer. Fora aquelas coisas básicas que acontecem com todo mundo. A gente levou o modelo e ano do carro anotadinho pra comprar a peça certa, mas apesar de a caixa estar certa, seu conteúdo não estava e a gente só descobriu depois que voltou pra casa e se sujou todo de graxa. Daí pega o carro de outra pessoa pra ir de novo a loja e lalalalalala. Até que no fim do dia eu resolvi oferecer tirar o peso das costas da sogra e cozinhar pra ela e pra mãe.
Fiz peito de frango na churrasqueira só com alho, sal e pimenta preta; um macarrão pré-cozido que é uma ajuda tremenda quando a gente tem muita gente pra alimentar de última hora. O pacote alimenta em torno de 8 pessoas e você só joga a massa lá na água fervente por 1 minuto e escorre. Mas, pra não perder o costume eu fiz um souffle de cenoura que eu não lembro se eu já dividi com vocês (se não, fa-lo-ei esta semana. Tá certo isso!??!?!)  A velharada ficou feliz e os mecânicos de plantão também.

E só um lembrete, crianças... Faça a revisão do seu carro correntemente. Fique de olho naqueles adesivinhos que os mecânicos põe no seu pára-brisa - a menos que você seja uma Dona Rita da vida que tenha uma memória e pontualidade sem igual. Aí, podes tirar o adesivo. É muito importante estar com o carro sempre pronto como novo. E não ache você que carro novo não precisa de revisão porque isso não é verdade.


ENFIM!

Ao blog do domingo (que já passou.)


Tradução: Cada vez que você me emputecer eu darei seu número pra um telemarketing. :)

ACHEI ÓTIMO! 
Já vou fazer o mesmo! 
;)



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Lar x Casa

Eu e marido estamos tentando, desde que casamos, juntar as coisas.

Juntar as coisas tem um significado muito, mas muuuuito maior do que eu poderia imaginar: junta os travesseiros, a roupa suja, o sabonete, os lençóis, o suor, os móveis, as meias, as caixas, os livros, os sabores na hora de jantar, as marcas de maionese pro hamburguer do fim de semana, coca-cola x pepsi, marca de vinho, junta os tipos de leite - quem saberia... tem leite 2%, com vitamina D, leite sem gordura, blah blah blah... - junta cores, cheiros e texturas... Junta sentimentos, junta filme, junta família, junta conflitos internos...

Ah não... tem coisa de mais pra juntar.

E isso não quer dizer que a gente seja uma pessoa só daqui pra frente não... Cada um (deve) mantém a sua individualidade, mas não é mole não.... Hoje em dia eu nem sei mais se é ele ou eu quem tem medo de escuro... O dia-a-dia é uma constante luta pra manter a relação sem atropelar a si mesmo e manter a individualidade sem atropelar a relação. Como nós somos humanos e temos nossas falhas, esse conceito nem sempre funciona. Mas também, se funcionasse e a gente nunca brigasse, não haveria o tão famoso makeup sex* que a gente gosta tanto.

Nesse bafafá todo, estamos tentando arrumar nosso cantinho de forma que fiquemos confortáveis. Claro que não dá pra ser tudo do meu jeito - apesar de o meu jeito ser o melhor jeito, claro... - e com certeza não vai ser tudo do jeito dele. MAS, a gente tem conseguido entrar em acordos. É muito foda. Lembra que eu inclui conflitos internos ali no fim do segundo parágrafo? Pois agora vai ter conflito externo também. As paredes são verde pastel e eu disse que odeio um pastel. Pois lá foi ele choramingar que foi ele que decorou o quarto quando a casa foi construída. Agora eu descobri um jeito de fazer esse verde menos feio e apagado e pus uma cortina com listras marrom, vermelha e verde.

Também, por causa dessa coisa toda eu tenho me ligado muito em design de interiores e assistido bastante um canal chamado HGTV. O site deles tem coisas bem interessantes e eu tenho tirado o máximo de proveito possível dele.

Agora, eu nunca pensei que fosse usar tanto meus estudos de cor de faculdade, mas a verdade é: sem eles, a minha casinha pareceria um bordel.

Apesar de que, eu acho que um bordel é mais bonito que cor de deserto: pastel. blargh!


*Makeup sex tem sua própria definição AQUI, mas como está em inglês, eu vou te dar a tradução bem grosseira: ***Sexo pra fazer as pazes***

sábado, 12 de junho de 2010

Sex and The City 2

Meninas...



EU VI!!!

Mas se você ainda não viu Sex and The City2, fique por aqui. Depois do jump tem MII (muita informação indesejada)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Quando o blog fica morno

Que beleza! Quando esse blog amornou eu até que fiquei feliz.
É porque estou super ocupada com mil coisas. Mas são coisas mesmo. Nada da minha cabeça (apenas).

Não tenho tido tempo de escrever e agora que tive descobri que não tenho muito pra falar.

Os highlights da semana foram:

- Estou ajudando uma amiga a se mudar
- Estou criando a minha mini coleção
- Currículos já foram enviados e agora eu sou oficialmente desempregada. (É mas não é motivo de comemoração)
- Dona Yvette vai passar o aniversário em Las Vegas (será que ela casa por lá? Vamos abrir as apostas!!!)

Tenham uma ótima semana. Eu pretendo preencher a minha com entrevistas de emprego e mais mudança.

xoxo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Boba da Corte

Conversando com a Melissa hoje a gente chegou a uma conclusão. Algo que nos conecta.
Nós passamos a vida tentando agradar, sendo legais com este e aquela, querendo sempre o bem dos outros - há quem seja contra, mas este não é o caso - e nos perguntamos:

Aonde é que essa bondade toda me levou:

Não vou falar dos pontos específicos de cada uma. Vou só passar por cima do que descobrimos em comum.

1- Estamos cercadas de gente que acha que a gente não sabe dizer não, então sempre que há algo que eles querem que nenhum outro imbecil vai concordar em fazer, eles vem falar com a gente. (A verdade é que a gente é mesmo o imbecil pra quem você vai pedir as coisas que ninguém vai fazer e a gente vai.)

2- Estamos cercadas de gente que dão umas migalhas de atenção aqui e acolá e a gente acha que tá bom pra não perturbar demais a pessoa. Daí com o tempo, a gente acha ruim que não há reciprocidade na relação e acaba criando ressentimentos pela pessoa em questão.

Fragale boazinha não existe mais. A partir de hoje vou exercer meu direito de dizer não e descobrir que há várias coisas além de "feliz". Tais como frustração, mágoa, perdão (tá.. perdão ainda tá longe pra mim... mas vamos tentando..) e aceitar que apesar de não serem sentimentos maravilhosos, ainda são meus e ninguém vai tirá-los de mim ou me fazer sentir menor por sentí-los.

Amanhã, vou exercitar. Pra todas as perguntas que me forem feitas a minha resposta vai ser não. E não adianta tentar me enganar porque no fim das contas, "não" não é a palavra-chave. ;)

cumprende?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Música pra caminhar

Hoje de manhã eu acordei em torno de 6h. Não que eu realmente quisesse acordar não. Mas também não é como se eu tivesse que estar em algum lugar. É ansiedade mesmo.

Engraçado que o livro devia estar fazendo algum efeito a esse ponto mas eu nem sonhar não sonho mais, rapaz...

Bem, acordei às 6h blah blah blah... Qual o título do post mesmo? Ah! Música pra caminhar.

Então. Eu tenho seleção de música pra tudo. Até pra quando eu quero ficar muito puta da vida ou só pra quando eu quero sentir pena de mim mesma. Na minha cabeça eu sou personagem de um filme. Não.. filme é curto demais. Eu sou personagem de novela. Novela americana que dura 50 anos. Eu não quero durar muito se não for pra durar bem - já vou logo avisando. Não tenho talento pra não caber em roupas que eu gosto nem tenho talento pra ser velha. Eu já era rabujenta aos 15 - nem queira saber o que vai acontecer daqui uns 5 anos...
Nossa, mas eu fujo muito do assunto mesmo.

lalala

Música.
Pra caminhar.

Música pra correr.
Tá. vou escrever aqui a minha trilha sonora da caminhada de hoje. Como eu caminhei um pedaço, corri no meio e caminhei o pedaço de volta, vai ser meio misturado... Lá vai:

Curses - Bullet For My Valentine
Get Gone - Fiona Apple
Everlong - Foo Fighters
Violet - Hole
Crawling In The Dark - Hoobastank
Bungle in the Jungle - Jethro Tull
Falling Away From Me - Korn
Slow - Kylie Minogue
Heaven's A Lie - Lacuna Coil
The Dock of the Bay - Otis Redding
So What - Pink
In The Shadows - The Rasmus
A Time For Us - Tchaikovsky

Você vai perceber que eu sou meio ADD (como é mesmo em português?) com relação a música e que elas estão em ordem alfabética. Bom, graças a Glee pelo botão shuffle, né? Eu monto a lista e deixo o Sr. Shuffle escolher quem vai primeiro.

Manda pra mim a sua lista de música? Seja pra que for. Acho que seria um ótimo jeito de dividir gostos musicais! ;)

xoxo

ps.: como é que a gente não caminha quando tem uma vista assim!??!?!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Passando manteiga no pão.

Hoje de manhã eu conversava aqui com a minha torrada e minha xícara de café:

- Sabe, eu tenho pensado muito sobre meus hábitos alimentares ultimamente. Outro dia me peguei comendo um chocolate. Mas depois da primeira mordida... Que coisa mais enjoada! Daí bebi um copo d'água pra tirar o gosto da minha boca. 
Pausa: Eu. Bebi um copo d'água. Pra lavar o gosto de chocolate. Da minha boca.

- Outro dia eu me peguei comendo alguns gummy bears. Hum. Enjoado. Num OUTRO dia eu percebi que tomei um chá com menos açúcar. 

Pausa: Eu. Tomei chá. Com açúcar.
Reflexão: pra quem conhece essa Fragale sabe que ela toma açúcar com chá, açúcar com café, açúcar com várias coisas. Nunca várias coisas com açúcar.


- Sabe, pão... eu lembro bem dos dias que a Guida fazia aquele pão com muita manteiga e queijo muzzarela pra mim de manhã e eu tomava aquele copão de leite com Nescau. Que depois com o tempo virou Todd e eu nunca entendi exatamente como ou porque. Mas enfim. E também lembro como eu não me importava com o fato de que meu estômago doía muito durante as primeiras horas de aula. Na verdade, eu nunca me importei muito com o que o meu corpo sentia. Eu mesma, não sentia nada. A única coisa que eu lembro mesmo é que eu ficava assim meio emburrada e prequiçosa. E não muito tempo atrás eu parei de tomar leite e nunca mais fico assim tão mal então eu acho que sou alérgica a leite. Mas é engraçado como eu como outras coisas derivadas de leite e não fico enjoada... Enfim... Hoje em dia, eu sei que eu fico emburrada e preguiçosa quando eu como alguma coisa que irrita meu estômago. O que me traz um certo alívio porque haja paciência, né? Preguiçosa aos 11 anos de idade? Ô falta de gratidão pelas pernas que funcionam! Gente preguiçosa me irrita. Eu sou muito preguiçosa. Eu me irrito muito comigo mesma e com qualquer coisa ou pessoa que me lembre dos meus defeitos. Mas eu tenho aprendido a não ver as coisas com os mesmos olhos de antes. 

Nesse ponto da conversa eu me dei conta de que a torrada estava fria, a manteiga derretida e eu estava na frente da geladeira tentando achar meu queijo minas. - haha eu tenho queijo minas! :P Então parei de falar com a torrada e resolvi reaquecê-la.

- Esse livro tá me deixando muito confusa. Essa coisa de controlar os pensamentos é meio difícil. Eu acho que eu até posso dar uma chance a essa tal de meditação mas não sei não. Eu tenho a sensação de que vou cair no sono. Talvez se eu for meditar na praia... Ih. Mas se eu dormir na praia vai ser pior. Imagina se eu viro uma torrada? 
Aí pronto. Quase infartei. Nesse meio tempo eu tinha voltado pro quarto pra procurar uma jaqueta que eu queria modificar e enquando olhava pra jaqueta eu esqueci da torrada. E a torrada torrou.


observação: How Stuff Works é um site OTIMO! Vá conferir!

-Que merda. Queimei a torrada... Vou ter que fazer outra. Mas enfim... Essa história da praia... Será que eu gosto de morar próximo a praia? Eu até que vou à praia com frequência... Mas nunca pra tomar sol... Só pra caminhar e tirar fotos. Eu posso fazer isso nos fins de semana. Mas se bem que Santa Monica até que é perto de Hollywood. Eu posso morar próximo à praia e próximo aos bares que eu gosto de frequentar. Será que eu ainda lembro que bares eu gosto de frequentar? hum. Bem lembrado. Enfim. 

Agora sim, comendo a torrada e tomando o açuçar com café - ah gente.. café é bem mais amargo que chá... - eu cheguei a uma conclusão:

-Eu não preciso mudar muito a minha dieta. Eu tenho comido tão bem que toda vez que eu cedo e como um fast food eu fico com ânsia de vômito e na maioria das vezes nem consigo comer a coisa toda de uma vez só. Tenho comido carne crua assim que chega em casa do mercado. Muitos legumes, muito líquido que nem inclui coca-cola - apesar de que semana passada eu tomei um lata de Guaraná por dia só porque a gente comprou uma caixa com 12. Mas já acabou e é um absurdo de caro então não vou comprar mais tão cedo. Eu cansei de beber vinho de pobre então não tenho bebido nenhum vinho. Ai... que saudade do meu vinho... Tenho corrido ou caminhado, ou os dois, quase todo dia. Acho que não tem muito mais que eu tenha que mudar não... Agora o que eu preciso fazer mesmo é arrumar um emprego pra eu poder comprar meu vinho decente e tomar meu vinho durante o jantar como eu fazia antes quando eu não tinha que comprar vinho. Então eu vou é continuar a comer as coisas que eu gosto em pequenas quantidades como eu fazia antes porque eu já aprendi que quando mantenho o tamanho do meu estômago normal eu não como mais do que eu devo. Porque você sabe, né? Quando tu come demais, o estômago estica. Assim como a pele estica quando a gente engorda. E murcha (algumas vezes..) quando a gente emagrece. Pelo menos comigo funciona: quando eu como muito pouco minha barriga de grávida some. :)
Olha, depois de tanto falar com um pedaço de torrada e com uma xícara de café eu decidi que eu tenho MESMO que arrumar um emprego.


Como está a sua dieta? Me conta?

domingo, 25 de abril de 2010

Que Alguém me ajude.

Editando: Esse foi um dos posts mais difíceis que eu já escrevi. Puta que pariu.





A Melissa veio conversar ontem à noite. Ela veio me perguntar umas coisas meio estranhas que eu não consegui responder com muita precisão mas depois que ela foi embora eu fiquei com aquelas perguntinhas na cabeça.

Amanhã é dia. Amanhã é o início da semana. Amanhã é o início de um início. Mas com todas as perguntas que Melissa me fez eu estou honestamente confusa. Não sei mas o que começa e o que termina. Na verdade, eu não tenho certeza se tem alguma coisa que tem que terminar pra outra poder começar. E isso me leva a pensar: será que eu termino tudo que eu começo?

Sei lá.
Eu poderia fazer uma lista de coisas que eu comecei e não terminei porque eu não quis continuar. Uma lista de coisas que eu não terminei porque as coisas em si não terminaram. Uma lista de coisas que eu terminei sem começar. Cacete. Muito difícil.

Vamos mudar de assunto um pouco, vai.


Eu não vou escrever aqui como se eu fosse especialista em nada porque eu não sou mesmo. Não sou especialista nem em mim mesma.


Uma pessoa muito querida tem uma doença que eu só conheço e falo por um pouco de convivência e por muita informação passada pra mim por outras pessoas amadas que assistem e ajudam como podem no dia-a-dia. Essa doença é chamada Alzheimer's - até tive que procurar como se escreve..  Está numa lista na qual eu nunca escrevo, sobre a qual eu nunca falo e aonde eu não quero trabalhar. Mas cada dia que passa é inevitável ignorar. É algo que acaba com o seu semblante, deixa as pessoas à volta com os nervos à flor-da-pele, dói em vários sentidos e nunca melhora ou dá tempo pra aceitação. Faz me sentir inútil e sem poder algum.
Isso me leva de volta a uma das perguntas que a Melissa me fez. Dr. Empório pediu pra ela tentar trabalhar a aceitação. Aceitação de si mesma. Pediu que ela identificasse padrões e sintomas em sua vida que ela não pode mudar e tentar aceitá-los. Ela queria saber se eu poderia ajudá-la a identificá-los já que eu vejo a vida dela por uma janela diferente da que ela vê. Eu não respondi. Não com relação a ela.

Bom. Eu volto pro Alzheimer's. Acho que a doença é a única coisa que eu posso identificar presente na minha existência que eu não posso mudar. Eu odeio admitir isso, mas não posso. Ainda não aceito nem que a doença existe e me afeta, nem que não há nada que eu possa fazer. Mas certamente, eu só terei duas portas por onde entrar: fazer pazes com ela agora ou deixar que ela caia no esquecimento levando a dor deixada pra  trás pelos anos em que nos perseguiu.

Que Alguém me ajude.


Esse post eu dedico a minha família que dói todo dia com a presença dessa doença que arrasa a gente. Vó, eu te amo.